ARTIGO, REVISTA CIDADE SOLIDÁRIA
- Matthias Tissota. 2009. Poluentes e objectos museológicos, Revista Cidade Solidária, n.º 22, Santa Casa - Misericórdia de Lisboa (ed.), Lisboa.
Revista Cidade Solidária, n.º 22
a Archeofactu
"Um bem cultural pode ser sensível a poluentes distintos e a sua maior ou menor celeridade de deterioração poderá depender igualmente de outros factores de risco, como, por exemplo, a presença conjunta de dois ou mais poluentes, a temperatura e a humidade se os corantes deste não desbotavam com água e, segunda, para eliminação de produtos de acabamento, como gomas, que normalmente causam degradação nos objectos museológicos, devido a emanação de poluentes ou simplesmente por contacto directo. Além das diferentes tipologias de tecidos, testou-se, analogamente, o vinil previsto para o pavimento que cobriria o museu e o adesivo que o fixaria ao solo. Os resultados alcançados demonstraram que alguns tecidos apresentavam problemas. Num deles, o corante desbotou durante a lavagem e, no geral, os tecidos por lavar também apresentaram resultados insatisfatórios."

